Contando Vantagem: Portuguese translation of “Taken for Granted”

Atipicamente, Eu assisti “60 Minutos” a noite passada e observei a atividade dos estemas cerebrais dos meus conterrâneos. Eu chamo de estemas cerebrais por que o pensamento deles era localizado para a réplica de eventos existentes, com alguma comparação à resultados prévios mas não muito. O furo do pensamento deles nunca foi além da repetição. Isso me lembra de pessoas bêbadas tentando vinte vezes enfiar a chave na porta antes de que a pessoa por trás da porta pacientemente os lembre de que eles estão na casa errada.

O assunto era política, um assunto que eu gostaria de curtir se não fosse tão repetitivo. Em algum nível, uma vez que você tenha feito sua pesquisa, pensado sobre o tópico e descoberto algumas soluções não há muito o que debater ou falar sobre. Ainda assim essas pessoas falam sobre isso como se estivessem descoberto que um feto pode peidar com 3 meses irá de alguma forma misticamente proporcionar aborto natural, ou que cientistas pensam que somos 99.6% genéticamente similares à chimpanzés ao invés de 99.3% de alguma forma faz com que sejamos todos iguais.

E então a conversa prossegue sobre a eleição, mas muito raramente você vê um profundo engajamento do cérebro — não é sábio fazer isso em público, por que ele revela o quão inteligente você é realmente, tendo que de fato pensar determinadamente assim — e então as respostas são como mãos de baralhos que se lida num jogo de pôquer: recombinações do que se é esperado, com algum padrão ou outro de dica e então nós penduramos nossas esperanças nisso. Chegou num ponto, em que eu caminhei lá fora por um tempo e estava feliz pelo silêncio solitário, por que pelo menos não era inocentemente enganador.

Meu ponto de vista nesse ponto da minha vida é de que a maioria das pessoas não tem noção, e por que seus cérebros estão maravilhados com asquantidades cruas de informação e emoção que a vida moderna gera, que eles são incapazes de pensar por fora dessa linha de pensamento errada . Eles são capazes de olhar pra dez folhas de papel numa mesa e escolher a solução certa, seja uma implementação de software ou comprar um novo carro, mas além disso eles seguem em frente para um lugar de estabilidade. Esse lugar é insulado em repetição, e geralmente consiste de formas suficientes demelhorarem sua auto-confiança para que eles consigam terminar o dia. Constantemente assaltados pelas demandas, e questões além de seu foco, eles revertem ao que sabem e não levam a sério, por que realmente se envolver com isso num nível intelectual revelaria limitações.

Existem exceções, é claro, mas quando alguém vive num tempo onde popularidade é mais importante do que exatidão intelectual, política se torna uma defesa necessária. Por essa razão pessoas espertas reduzem a verdade através de ângulos oblíquos e a administração de detalhes, assegurando que o seu trabalho é raramente interpretado em qualquer coisa aproximada do foco que merece. É difícil culpá-los quando alguém vê o que acontece à professores de faculdade verdadeiramente controversos ou líderes corporativos, e a mentalidade caça às bruxas que é usada para aqueles que violam os tabus sagrados da sociedade. E a lista desses é enorme, e não é relevante para esse artigo.

Quando dissidentes resmungam que a sociedade é governada de forma ruim, o argumento entre as linhas que eles estão endereçando é essa falta de habilidade de encarar a verdade. Nós vivemos num tempo esquizofrênico. Um nível de realidade é a verdade publicamente aceitada, que tem dois erros: (1) achar consenso entra pessoas de várias inclinações produz um compromisso de mínimo denominador comum e (2) dada a escolha sem consequências imediatas, a maioria das pessoas escolhe o que elas gostariam de acreditar sobre o que temem ser verdade.

O outro nível de realidade, o mundo como um fenomeno funcional e interconectado, nunca é completamente experimentado ou compreendido porque nós estamos dentro dele e somos parte dele e então só podemos saber o que percebemos. Mas quando comparamos o que nós percebemos com os resultados dos testes que nós planejamos para verificar a precisão de nossas crenças, a resposta da “realidade” ou do “universo” ou do “mundo” é consistente. Então qual detalhe nós precisamos saber para saber o que é certo? Até sabendo pouco, se nós trabalhamos por cima dos princípios verificáveis que descobrimos, nós podemos saber o suficiente para predizer nosso futuro. Esse conhecimento é o que nós popularmente chamamos de “realidade”, e mesmo que isso não seja realidade, se a informação é próxima o suficiente, para nós é tão precisa quanto necessita ser.

Mas em uma era em que popularidade, e por extensão percepção consumista e percepção de voto democrático, são mais importantes que precisão, o valor da verdade é questionável. Esse oposto do editoral nos chama atenção para nossa avaliação da verdade, e nos aponta para um simples fato: a verdade não é importante até que você pare de contar vantagem sobre a sobrevivência, e perceba que estatísticamente nossa espécie é mais inclinada a falhar e extinguir-se que sobreviver e continuar para maiores alturas. “Quem quer a verdade?” um filósofo famigeradamente perguntou uma vez, em seu modo de dizer que nós podemos “provar” a verdade para pessoas não inclinadas a isso, então pare de gastar saliva e comece a aplicar o que nós achamos belo, a partir do qual desde que nascemos em um universo matemático geralmente corresponde à união da forma e função que nós chamamos de beleza.

Nós vivemos em um tempo esquizofrênico porque o que as pessoas pensam que querem é mais “real”, em nossas interações com outros, que a realidade. Nossa atual disfunção gera essa atitude, que se completa quando um grande e numeroso grupo sobrepõe aqueles de maior inteligência e, graças ao pontapé inicial e infraestruturas estabelecidas por aqueles de maior habilidade, é capaz de se governar por algum tempo antes que a decadência bata a porta. Nos podemos chamar isso de massismo, ou egoísmo, ou até mesmo revolta da massa, mas no fundo a massa é composta por indivíduos compartilhando essa mesma desilusão: que o que nós queremos que seja real é mais real que o que é real. Por acaso o erro da humanidade aparece até mesmo em uma simples falta de maturidade, como uma criança de seis anos confrontada com a escolha no jantar entre brócolis e sorvete? A natureza reproduz suas estruturas.

O que nos permite continuar é que nós contamos vantagem em cima da nossa sobrevivência. Nós vemos essa vasta sociedade a nossa volta, com suas ciências e máquinas, e nós acreditamos que ela nunca irá falhar. O que nos resta fazer a não ser dividir os espólios e discutir infindavelmente sobre quem fica com o quê enquanto os poucos que não se importam com tais preocupações morais amontoam grandes fortunas às nossas custas?

Nós não podemos contar vantagem da nossa sobrevivência e estagnarmos, sem encarar os problemas quando os eventos começam a acontecer por nossa (in)ação. Essas coisas levam tempo, e nos séculos passados, nossos tataravós e além eliminaram os problemas sem dificuldades, limpando-os com a sabedoria de que encarar a música estava longe. Não está mais tão longe. No século passado, conforme a tecnologia se expandiu além da Europa para o mundo, a população do globo atirou em direção ao céu com poucos problemas a vista. As farpas são mais levantadas pelos danos ambientais criados por essa tecnologia e as novas armas que ela permite. Nossa problema, ambientalmente, não é um lugar para colocar toda essa gente mas o espaço e os recursos necessários pelo sistemas de suporte necessários por eles para terem estilos de vida modernos. E claro o desperdício que isso gera: paisagens de lixo comprimido decaindo na lenta erosão do tempo e correspondentemente sugando produtos com defeito no solo.

Não faz sentido reclamar sem ter uma visão contrária em mente, e o que forma como conceito após pensamento é o que pode ser chamado de uma sociedade naturalista futurista: uma civilização que reconhece a tecnologia como um meio e não um fim; pode diferenciar desejos e necessidades; separa o simbólico da realidade cuidadosamente. Tal civilização vai inevitavelmente ser oposta por aqueles que ela salvaria de si mesmos porque ela impõe limites em sua liberdade socio-econômica, incluindo sua possibilidade para comprar e descartar porcaria tecnológica. Ao invés de ser baseada na idéia de consequencialismo, um big brother para utilitarismo que supõe que as ações que a maioria das pessoas pensam que as fazem felizes são as melhores para a sociedade em larga escala, esta sociedade seria baseada em liderança. Sendo assim, ela misturaria a sabedoria do passado com as habilidades que a tecnologia nos deu.

Imagine uma pequena cidade nessa sociedade, que provavelmente teria pequenas cidades e menos cidades grandes. O objetivo de um trabalho é ser um membro contribuínte de uma comunidade e voltar pra casa o mais breve possível. Consequentemente, as pessoas trabalham mais duro e mais rápido, e geralmente terminam seu serviço em seis horas ou menos que isso e voltam pra casa com suas famílias ou com amigos. O interior de suas casas geralmente tem madeira, vestimenta e pedra. Tecnologia pode ser aparente, um computador no canto e algumas aplicações elétricas, mas a regra geral é que não tenha muito disso. Dispositivos como relógios ou implementações para cozinha são feitos de metal e vidro e designados por durar pela vida toda. Não existe carro, mas pode ter um carro de golf. Ar condicionado, televisões, revestimento de plástico, displays digitais e coisas que fazem “beep” foram pelo caminho do Dodô.

Futurismo naturalista é assim denominado porque ele não desiste da tecnologia e nos manda de volta para cabanas de barro. Ele simplesmente procura um lugar para tecnologia e reconhece que isso ocorre através da morte da realidade baseada em preferência. Isso ressuscitaria o antigo conceito Indo-Europeu de vir, ou ver mais que indivíduos, uma única consciência da qual todos nós somos vetores, e então em amor não hesitante para o todo não hesitando em cuidar ou podar onde um mais alto nível de organização poderia ser oferecido. Futuristas naturalistas não desmatam florestas, mais constróem seletivamente dentro delas. Eles não mergulham cegamente o mundo em iPods, billboards, carros possantes ou televisões, mas acham a função de cada dispositivo e a aplicam — ou a negam.

Eles nos dizem, esses eruditos modernos com a resposta intelectual automôta de estemas do cérebro, que as pessoas são mais felizes pela nossa sociedade, mas eu ainda não vi evidência diso. Eles são mais ricos, claramente e a vida é mais fácil, mas as questões rotineiramente voltam a uma maioria que poderia optar por um estilo de vida mais simples e menos lucrativo se eles tivessem mais tempo pra família e outros objetivos. A razão que outros não tem isso é tão simples quanto a razão que não pode ser discutido: o que motiva as pessoas normais para a riqueza é o medo. Medo de ter uma casa rodeada por uma favela. Medo de não ter seguro de saúde, de estar quebrado em relação a problemas legais, de ser incapaz de dar às suas crianças uma creche de luxo ou escolas particulares requeridas para mantê-los fora do pântano da não esperança. Medo de não ter dinheiro e envelhecer, na favela, envolto por toxinas sem dinheiro para tratar de câncer ou até mesmo eutanásia.

Ainda assim quando as pessoas recebem espaço para falar onde os tabus não são tão prejudiciais, e se voltam para as coisas que eles valorizam em tal estado idealizado que nós funcionalistas modernos categorizamos eles como sonhos (acordados), as respostas são similares, se as pessoas são de inteligência razoável. Eles falam de coisas românticas, idealistas, esperançosas. O Casamento está morto, e ainda assim todos sonham com aquele parceiro perfeito e uma vida quase sempre feliz para sempre. Fidelidade para amigos ou nação estão mortas, mas algo nos incita a alma pelo pensamento de uma causa digna de morrer por ela. Nós falamos da morte da cultura, e da sua obsoletuidade em um tempo de mensagens instantâneas e 500 canais de TV a cabo, mas corações derretem quando eles falam dos rituais de nossos antepassados, terras ancestrais, coisas a que damos valor… em uma época em que preferência é rei, e disponibilidade a norma, pessoas anseiam por algo que motive mais que pura conveniência. Quando perguntados na cara se queremos conveniência ou realidade, nós vacilamos, porque a questão em si mesma é como uma máquina: não produzindo/produzindo. Tendo uma chance de pensar por si próprios, as pessoas não nos dão apenas o que querem mas seus desejos da alma.

Agora que o caminho no qual a humanidade embarcou deixa claro que o seu ponto final será em ecocídio, culturicídio, decadência urbana, guerras imbecis intermináveis e cidades cancerígenas e barulhentas e caminhos solitários e isolados distante dos outros que entendem nossos sonhos, pessoas estão reconsiderando essa opção de sociedade moderna. Talvez exista uma forma de reter os benefícios sem os males, eles estão pensando, por que a sociedade moderna é mais um “design” do que uma coisa tangível. Nós podemos nos motivar de outras formas. É bom que façam isso, no último pit stop de uma raça para acabar com a nossa corrupção antes que se torne final, por que com a realização do que desejamos ao invés do que queremos, nós temos o potencial para mudança. Algum dia as pessoas talvez entendam; a humanidade ainda não está condenada. Apesar de todos os sinais negativos, e a presença da maioria de cérebros falantes, eu vejo um novo futuro desabrochar: um onde nós não contamos vantagem em sobreviver e lutamos ao invés disso para o nosso auto-controle perante o mundo.

Our gratitude to Dora and Lucius for this translation.

Aja: Portuguese translation of “Act”

Sociedades decadentes criam uma depressão única. Não é como depressão pessoal, onde alguém está desiludido por causa da perda do namorado ou objetivo desejado, mas um tipo bem mais sutil e difícil de reconhecer. Na verdade, aqueles que são depressivos raramente sabem que o são. Eles concentram-se na tarefa da existência e adaptam-se como podem, e tendem a se recolherem a si mesmos.

Qualquer um que pode pensar além da situação imediata pode ver que essa sociedade está decaindo. Muitos de nós crescemos esquerdistas e acreditamos que, com os direitos universais e o partilhamento da riqueza, tudo ficaria bem. Afinal, todos não estariam felizes? Felicidade elimina conflito e agressão e ideologias que colocam um grupo de pessoas sobre outros.

O problema com o foco no imediato é que ele remove tudo menos o aqui e agora tangível; é desconstrução sem a re-evaluação e sem ir pra frente para de novos desafios. Desconstrução desse tipo é como moralismo: marca um monte de coisas como “ruins”, e nos faz buscar por significado no que for que sobrou que seja “ok”, enquanto existem alguns poucos comandos dogmáticos que são “bons”.

No Ocidente, nós nos desconstruímos na busca pelos direitos universais e o partilhamento de riqueza. Isso nos deixa como bestas complacentes mais preocupadas em evitar o mal do que buscar o bom e isso nos deprime. O que também nos deprime é o estado dual de declínio contínuo e uma aparente total falta de soluções. Nós podemos ver o problema, mas não temos as ferramentas para consertá-lo.

Nossa depressão é ainda mais intrincada pela natureza remota desses problemas. Nós sabemos eventualmente que devemos encará-los. Nós podemos comprar aquela casa naquela vizinhança legal, ter aquele emprego confortável, e nos distrairmos com hobbies, mas fora de nossa consciência imediata, nós sabemos que a queda está à espreita. O crime aumenta, bem como descontentamento étnico, cultural e religioso, bem como o poder das elites que nos governam através do poder da mídia.

Nós estamos exauridos por métodos que não funcionam, mas são os únicos meios socialmente aceitáveis de se fazer mudança. Toda nossa sociedade está chutando cachorro morto por, quando nossos métodos falham, insistir que se aplicarmos eles mais radicalmente, iremos suceder. Eles nos dizem: se civilizarmos todo mundo, e dar a todos direitos universais e riqueza, todos seremos felizes e nossos problemas acabarão. E na verdade o oposto parece estar acontecendo.

Nossa exaustão leva a depressão por que qualquer outra solução é silenciada, se não pelas maiorias morais, por um grupo de interesse especial ou outro, ainda não podemos tocar o problema de fato. Nós não podemos parecer agir decisivamente para consertar essas pragas e ainda eles vêm para viver entre nós como parasitas, tolerados mas levando a sua parte.

Até mesmo os nossos conterrâneos nos deprimem. Quando a televisão aparece com uma propaganda sexy, eles compram o produto; quando a propaganda apela para emoções, sejam fortes (guerras/conservadoras) ou fracas (compaixão/liberal), eles votam. Mas e sobre mudar a nossa direção para algo melhor? Ninguém está falando sobre isso.

Existem milhares de blogs e grupos de ações de cidadãos e outras pessoas tomando vantagem da “representação” democrática, mas em cada um desses ataques um detalhe é criado por um defeito no todo. Essa quantidade para criar um holocausto de barulho e conflito que não leva a lugar algum, acontece em parte por que essas pessoas não estão interessadas em mudar o design maior.

Por exemplo, se você se opõe ao crime, você é pego entre grupos querendo uma política de Estado e grupos que querem magicamente transformar criminosos, através do bem estar e da educação, em cidadãos sólidos — ambos são irrealistas. Se você se opõe a imigração, você fica no meio de pessoas que querem a xenofobia e pessoas que querem obliterar nossa cultura por deixar qualquer um e todo mundo entrar em seu país. Existem apenas extremos, por que o único extremo prático — mudar o design maior — está fora dos limites.

Juntos esses fatores criam uma depressão sutil. O mundo está virando merda, não há nada que você pode fazer sobre isso, e então você adapta e compensa e compra os parasitas o melhor que pode, mas você tem em sua alma um sentimento doentio de afogamento: isso não acabará bem. Mesmo se não acabar na sua vida, ficará pior. Esse é o medo que tem substituído nosso terror de morte nuclear instantânea ou invasão fascista/comunista.

Então nos tornamos gentis. Nós toleramos, e para compensar isso, nos vingamos indo mais fundo nos nossos prazeres. Foda-se o mundo; Eu tenho msn e tv a cabo e cerveja e vadias ou putas o quanto quiser. Ainda, não há espírito nisso, nenhum desafio e nenhuma emoção de dever cumprido, então enquanto vamos regredindo em nós mesmo nos tornamos mais deprimidos de súbito.

Há apenas uma solução: agir como alguém que tenha como valor o maior design do sistema. Com isso, pode se sentir mais saudável; não mais nu, energia está indo em frente ao invés de ir para um vácuo de horas gastos com prazeres para o eu. O mundo está vagarosamente ficando melhor. A verdade está aparecendo acima da ignorância. Depressão está derretendo por que você está fazendo algo acerca do problema.

Se abrirmos esse ponto da conversação nós, escritor e leitor, estamos tendo, se torna um sermão de opiniões dissidentes e conversar expressando indecisão sobre o que fazer. A maioria das pessoas irá fazer parte da menor causa que puderem, seja local ou pessoal, e tentar se afastar desse jeito — mas eles se afastam em depressão. Se você soluciona o problema logo de cara e trabalha com os outros pensando nas mesmas linhas, você se sente melhor; de outra forma você volta a ficar bêbado e subconscientemente miserável enquanto tenta esquecer.

CORRUPT é dedicada à idéia de que a mudança pode ser feita, mas apenas por ter em alvo o design maior, que é a corrupção em si mesma. Nós não acreditamos que existam conspirações, apenas que nosso desejo de fazer um mundo unicamente melhor entrou em colapso com o nosso pensamento “lógico” que espalhar a riqueza e reconhecimento universal irá acabar com o problema. Isso por si só é o problema do nosso sofrimento, e enquanto é não intencional, representa a corrupção.

Nietzsche escreveu sobre a “revolta dos escravos” no qual no Ocidente foi tomado por suas pessoas de baixa-qualidade esmagadora é maior, mas por agora, nós achamos útil dizer que nós estamos tomados por uma revolta em desejos escravistas. As pessoas não mais querem fazer o que é certo, ou melhor; elas querem agradar a população e ser popular e rico. Egoísmo cria mundos pessoais nos quais regredimos, subitamente depressivos, como um resultado desse ímpeto. Nós não podemos nos comprar. Há apenas uma solução e é um design melhor.

A Internet, como um meio como a televisão ou a imprensa, nos dá uma voz; através disso, nós podemos organizar o que não está arruinado e colocar em serviço fazendo mais de si. Nós podemos agarrar as pessoas que entendem isso, e existem mais do que possam imaginar, e ir em frente com interação física com o nosso sistema político e se tornando a única, voz sã e visível numa floresta de lunáticos gritantes.

Quando você se encontra com uma escolha entre gastar o seu tempo com objetivos egoístas que na verdade nem te fazem feliz, ou colocar o seu tempo livre para promover mudança, você está decidindo o seu próprio futuro tanto quanto o do nosso mundo. Você está acabando com a depressão por agir para um futuro melhor e essa é a única cura para o que você mal reconhece que te faz doente.

O Próximo Estágio

“Nunca discuta com um homem que tem uma imprensa.” – H. L. Mencken

“Se você quer mudar o mundo, arranje uma imprensa maior do que a que seus inimigos tem.” – J.L. Roberts

Nossos objetivos começam com o domínio da mídia na Internet. Nós faremos isso através da repetição de mensagens, e da criação de afirmações poderosas que possam tanto alcançar votantes e lobos solitários. Nosso método não é emburrecer nossa mensagem para alcançar pessoas, mas martelá-las com sua verdade, pois estamos mais próximos da verdade da realidade do que qualquer outra fonte.

Deixe-me chamar-lhes a atenção para a diferença nos atos:

1.

Gastar tempos em salas de chat é socialização diluída. Você manda mensagens, às vezes as pessoas respondem, mas uma vez que não existem tópicos e todo mundo está meio distraído, o que é melhor são afirmações bobas que não tem significado algum relativo a realidade. Você está lá para se distrair e passar o tempo, esperando a morte de forma indolor.

Entretanto, quando dez salas de chat cheias de pessoas gastando horas até morrer são atingidas com as mesmas mensagens, a percepção é de uma mudança; a mesma idéia está aparecendo em todo o lugar, e então ela trabalha a sua forma através da conversação. A maioria das pessoas fala das mesmas idéias por que elas as viram nos mesmos cinco ou quatro programas de TV, a maioria das pessoas passarão idéias que vêem se elas aparecerem em fontes o suficiente de uma vez só.

2.

Fóruns são muito malignos. A maioria se engaja em conversações cíclicas por que eles têm um tópico em comum — sexo, death metal ou relações raciais — e ainda logo que um grupo é atraído àquele tema chega e começa a reciclar idéias. Nada se ganha. Você pode colocar alguns posts aqui e ali, mas basicamente você está gastando tempo entretendo os outros. Eles vêem uma opinião destacada entre muitas e, maravilhados, dedicam seu tempo gritando suas próprias contribuições. Nada se ganha.

Por outro lado, quando uma pessoa visita três ou quatro fóruns relevantes ao seu estilo de vida e vê discussões sobre o mesmo pensamento, eles levam isso para o vocabulário dos tópicos, eles fazem isso por que percebem a mesma mudança: essa é a idéia sendo oferecida pelo mundo. Bem como se alguém estivesse dirigindo e visse em quatro diferentes intersecções certo tipo de sinal, a mensagem ganha credibilidade através da repetição.

3.

Todo mundo tem um blog. A maioria das pessoas tem um pequeno grupo de conhecidos da Internet que visitam seu blog como se fosse um newsletter público, exemplo, veja o que está acontecendo com Joe. Como conseqüência, os milhões de blogs por aí diluíram qualquer poder que a voz deles possa vir a ter. Os blogueiros dedicados trocam informação, mas a maioria dos blogs estão apenas passando o tempo.

Por outro lado, alguns blogs destacam-se em relação aos outros quando eles tem informação de qualidade e atraem uma maior audiência. Esses são repentinamente a forma de fazer uma mudança, de influenciar outras pessoas. Quando quatro de cinco desses são atingidos com a mensagem, a percepção é que as pessoas que sabem o que está acontecendo são familiares com essas idéias. Novamente, o conceito de mudança é presente aqui: quando as pessoas vêem vários detalhes reforçando um conceito inteiro, elas assumem que isso é “o que está acontecendo” e não apenas falam sobre isso, mas agem sobre isso.

Nós temos o potencial para reprogramar as pessoas da internet com idéias e através de suas interações no mundo real, passar essas idéias para outras pessoas. Isso irá, bem como as propagandas da televisão ou livros e revistas influentes, causar essas idéias de liderar as pessoas sobre como elas deveriam agir. Como a maioria das pessoas duvida das fontes oficiais de notícias, isso é essencial.

Como nós nos dedicamos novamente para um novo futuro na CORRUPT, nosso objetivo mudou. Onde a ANUS uniu pessoas de mentes parecidas para falar sobre a semelhança de suas mentes, isso não foi o bastante; foi um bom primeiro estágio, mas estamos mudando. Nosso próximo estágio é efetuar mudanças, e isso começa por conseguir para nós a proverbial “grande imprensa”.

Our gratitude to Dora for this translation.

Take responsibility for your future

BOND, the Brotherhood Organization of A New Destiny, is a national, nonprofit religious organization dedicated to “Rebuilding the Family By Rebuilding the Man”. BOND was Founded by Rev. Jesse Lee Peterson who is also its President.

To Help Men and their Families, Particularly in Major Urban Areas find Spiritual and Personal Freedom through our Personal Development Programs and Community Outreach and Renewal Efforts.

Since 1990, BOND has helped men and their families regain control of their lives and overcome life’s challenges. The commitment of the organization stresses the importance of self-reliance, honesty, and helping others through patience.

BOND

This right-wing African-American group seems promising. I think all people can benefit from its message: take responsibility, fix problems, throw out the trash and move forward with the good.

All people and all ethnic groups.

Criando o Super-Homem Africano: Portuguese translation of “Creating the African Superman”

Bill Cosby absorveu um pouco de balas por criticar a criação da mídia de “cultura negra” por estimular o comportamento gangster de obscenidade, preguiça e egoísmo. Muito mais inteligente do que a pessoa mediana, Cosby representa o protótipo de um novo Afro-Americano: o pensador crítico móvel e inteligente.

Vamos supor que por um momento que Bill Cosby usou os seus milhões para comprar uma TV a cabo e criar um novo tipo de propaganda fascista negra. “Nós criaremos o Super-Homem africano” diz Cosby, voltando-se para F.W. Nietzsche e Margaret Mead, “que irá substituir o gangster rapper tedioso das calças largas, com algo melhor”.

Esmagadoramente, ele é eleito. Seu primeiro movimento é tomar todos estabelecimentos de imprensa e entretenimento voltados para negros. “Somente a melhor mídia para a nossa juventude”, ele diz a sob selvagens aplausos. “Nós manteremos os usurpadores corruptores de fora”. Depois ele toma o poder do sistema educacional formulando um sistema educacional desafiador e uniforme para escolas negras.

Cosby socializa a maioria das indústrias entre a comunidade Afro-Americana. Seus tenentes espalham-se e tomam as indústrias, contratando e despedindo, tendo certeza que cada jovem negro inteligente e saudável pudesse alcançar tão alto quanto sua ambição permitisse – e a imprensa negra os animasse com slogans positivos como “Você pode ser ainda mais bem sucedido – você pode fazer de cada africano um Super-Homem!”

Cosby é um pragmático. Ele sabe que uma vez que as coisas ficarem boas, ele será dispensado do poder por algum idiota que promete usar essa nova riqueza para pão e circo. Ele abole eleições e executa dissidentes. Fifty Cent seria aniquilado em Detroit; mais de seis milhões de rappers gangsters, cafetões e traficantes morrem de disenteria ou execução por rifle em Belsen, Nova Jersey. “O Gangsta – com seus modos preguiçosos, cultura desprezível e retórica marxista – é a escória dos africanos em todo o lugar”. As crianças colocaram os seus bonés de baseball para frente e começaram a estudar.

Os homens de preto de Cosby estão em todo lugar. Negócios de negros que vendem produtos destrutivos como sprays feitos para seu cabelo parecer “branco” são fechados e seus proprietários levados para campos próximos e seus cérebros apagados com balas. Bares de favelas são fechadas e seus proprietários desaparecem em carros de gado. Milhares de Africanos em roupas pretas marcham pelas ruas, esmagando dissidentes sob botas de ferro.

Tendo agora o poder que precisa, Cosby move adiante: ele elabora uma lista de “Africanos Positivos”. Nela, ele tem cada líder local, ou gauleiter¹, que, sendo Afro-Americano, possui três critérios: mais de 130 pontos de QI, fisicamente saudáveis e atléticos e uma visão de mundo que afirma a vida nobre. Ele dá a essas pessoas um distintivo que lembra ou estrelas de Davi ou estrelas de xerife, dependendo da forma que você olha para ela.

Com velocidade incrível, os tenentes de Cosby executam o resto, deixando apenas o seu grupo especial de proto-super-Africanos, como ele os chama. “Senhoras e senhores”, ele diz, “Qualquer idiota pode liderar um país a saúde. Eu irei criar o Super-Homem – segundo o conceito de Nietzsche, não de Hitler – a partir dos Africanos e nós iremos nos tornar a raça predominante nesse planeta.”

O clamor do mundo está saturado de sarcasmo mundial. “É, claro.” Diz um sábio jovem russo. “Esses caras vão se vender como todo o resto. Assim que nós colocarmos algumas televisões de tela grande, maconha de qualidade, vídeo games e pornô interracial lá, eles vão se tornar como nós e voltarão a ser uma democracia liberal. O capitalismo vai dar um jeito neles, porque todo mundo gosta de ser possível estar a frente, e quando eles tiverem “liberdade”, eles vão derrubar Der Huxtable² e ter eleições abertas.”

Mas isso não deverá acontecer. Primeiro, Cosby garante que redes de dissidentes possam se desenvolver – e então seus progenitores amontoados e colocados para trabalhar em campos de concentração fazendo munição e vestimentos. A maioria morre de fome ou disenteria nos diminutos, cercados de arame enfarpado anti-higiênicos claustros. “Temos que quebrar alguns ovos para se fazer um omelete,” diz Cosby.

O mais interessante porém é que existem poucos dissidentes. Cosby levou a população Afro-Americana para menos de um milhão (2.5%), mas cada um desses é uma história de sucesso: inteligente, atlético e reconhecido pela sabedoria em ambas agressão e afabilidade. Tantos os homens como as mulheres encaixam-se perfeitamente no ideal Africano em aparência e ação. Para a maior parte, eles aparentam concordar com Cosby e estão felizes por não terem mais aqueles de menos habilidade por perto para ferrarem com as coisas.

Ditador Cosby sabe que ele é mortal, então ele estabelece sua sociedade para os próximos mil anos. Dentro de seu partido ele elimina aqueles que ele suspeita que deixariam a ambição pessoal vir antes do fazer o certo para a comunidade, e encoraja os seus Gauleiters a fazer o mesmo com suas equipes. Somente algumas milhares precisam ser mortas. Então, ele dá aos seus Gauleiters reconhecível liberdade para administrar suas próprias mini-nações dentro do Superestado Afro-Americano, ou “Reich”.

Esses Gauleiters freqüentemente discordam sobre fronteiras ou direitos para utilização de campos desejados ou mulheres, e Cosby encoraja o conflito – mas o limita para armas brancas. Ele sabe que isso fará os melhores guerreiros predominarem, e sem dúvidas, após algumas gerações o guerreiro Africano será conhecido por sua incrível habilidade com a espada e combate corpo-a-corpo, assim como sua inteligência em batalha. Cosby está criando Afro-Americanos que são o híbrido do melhor dos Vikings e Mongóis em suas habilidades para luta.

A Juventude Afro-Americana aprende na escola uma filosofia diferente da que aprendiam antes. O indivíduo, eles aprendem, é parte de uma família maior chamada nação Afro-Americana, e o indivíduo se sente mais vivo quando trabalhando para a comunidade em alguma tarefa desafiadora além de sua confortável habilidade. “Alongue-se e alcance o mais alto que vocês sabem que vocês podem ir” Diz Cosby. “E vocês vão chegar lá um dia, ou morrer tentando e ser um herói.”

Mil anos se passam.

O que sai no futuro, para nossos atordoados olhos, é um Super-Homem Africano. Alto em estatura, altamente inteligente, beligerante e também capaz de grande compaixão, essa criatura representa os mais altos poderes da humanidade. Com uma média de QI de 140, corpo atlético e nenhuma doença congênita, bem como mundialmente reconhecida e nobre face que dispensa bom aos bons e morte ao mal, o Super-Homem Africano é uma maravilha a se admirar.

E no meio tempo, o que aconteceu com o resto do mundo?

A Ásia, sedenta por se mergulhar na tecnologia Ocidental, cresceu tão rapidamente que se tornou inundada de pessoas. Enquanto eles estavam felizes por receber U$2/hora das companhias Ocidentais, isso funcionou, mas assim que a tecnologia e a riqueza se espalharam, a Ásia estava fragmentada por lutas de classe, ideológicas, religiosas e étnicas, acabando na criação de uma pacificadora democracia que dava a cada cidadão dinheiro suficiente para eles ligarem para nada. Então a economia entrou em colapso e a Ásia regressou para o Terceiro Mundo novamente.

Os brancos da América do Norte até a Europa Setentrional sentiram um toque de pânico conforme suas próprias nações entraram em colapso no meio do século XXI. Em guerra com os terroristas em todo lugar, eles estavam tão divididos internamente que logo nenhum consenso poderia ser alcançado, e seus governantes gastaram até quebrarem tentando satisfazer suficientemente grupos de interesse especiais para permanecerem no poder. No meio desse caos, um novo líder emergiu: um Nacionalista Branco de nome Glenn Covington que pregava uma dura ideologia segragadora.

Convington sabia que ele precisava de muitas pessoas por trás dele, então ele aceitava a todos. Se você fosse branco, você estava no seu movimento, e pelo amor de Deus ele esmagaria qualquer um que entrasse em seu caminho. O Front Nacional Cristão de Pessoas Brancas esmagava seus inimigos e ceifava seu caminho ao poder, e rapidamente removeu indústrias o suficiente – pornografia, drogas, jogos, produtos de luxo – para restaurar o poder econômico. Covington criou um meta-estado para pessoas brancas espalhadas pelo mundo com a intenção de aumentar números e levar a cabo guerra racial.

É claro, ele não mudou muito a sociedade ou o modo de governo. Eleições foram abolidas, mas ele tinha tantos comparsas que ele poderia indicar e então o governo era sempre feito por equipes curtas. Ele porém aceitava cada pessoa branca e assegurava que o dinheiro fosse para eles para a produção de novos milhões de brancos. Quando uma nação estava necessitando de brancos, ele os importava de outra nação branca, tipicamente de regiões superpopulacionadas como a Europa Oriental ou a Irlanda.

Enquanto ele realmente aumentou o número de brancos e sua força militar, seu governo permaneceu capitalista. Dinheiro era a força motivadora para a maioria das pessoas, como eram reconhecidas suas contribuições para o Grande Conflito Branco (algumas vezes chamado “Moby Dick” por cínicos). As pessoas ainda eram basicamente egoístas. Elas agiam primeiramente para sua própria glória ou riqueza, incluindo reconhecimento público, e somente depois faziam qualquer coisa para o bem da nação como um todo.

Conseqüentemente, depois dos mil anos que se passaram, o branco médio no meta-estado de Covington é de média de QI de 102 pontos, de construção corporal mediana e não geralmente atleticamente competente, e é motivado depois por ele ou ela mesma e “estar a frente”. A Sociedade branca – enquanto cheia de pessoas inteligentes e tecnologia – não podia unir-se, e então embarca em uma série de desastrosas guerras estrangeiras antes que seu governo, manipulado de dentro por oligarquias dos ricos, desintegre-se e deixe-a cair em um estado de Terceiro Mundo.

No meio tempo, os Super-Homens africanos de Cosby vão em frente com arte, guerra e sabedoria. Eles redescobrem a filosofia dos Gregos e Árabes e Chineses e levam essas a novos alcances de interpretação, bem como inventam novas tecnologias. Enquanto o milênio acaba, cada grupo étnico menos os Super-Homens Africanos estão em completo declínio e eventualmente, fora de compaixão, são escravizados pelos Super-Homens para que então os escravos tenham algo pra comer uma vez que por si sós, irão morrer de fome.

Uma nova era começou.

¹ Denominação alemã para um líder provincial.
² Expressão relacionada ao nome da família do programa de Bill Cosby.

Our gratitude to Lucius for this translation.

Den afrikanischen Übermenschen erschaffen: German translation of “Creating the African Superman”

Bill Cosby hat ein wenig Schelte für seine Kritik and der Medienkreation der “schwarzen Kultur”, welche aus der Unterstützung von Gangsta- Verhalten, Obszönität, Faulheit und Selbstsucht besteht, bekommen. Sehr viel klüger als der Durchschnittsmensch, repräsentiert Cosby den Prototypen des neuen Afro-Amerikaners: Den intelligenten und beweglichen, kritischen Denker.

Stellen wir uns für einen Augenblick vor, Cosby würde seine Millionen dazu benutzen, einen Fernsehsender zu kaufen und eine neue Art von schwarzer faschistischer Propaganda zu entwickeln. “Wir werden den afrikanischen Übermenschen erschaffen”, sagt Cosby, mit dem Gedanken an F. W. Nietzsche und Margaret Mead, “der diese öde Gangsta- Rap und Baggy- Pants- Kultur durch etwas besseres ersetzen wird.”

Mit überragenden Ergebnissen wird er gewählt. Seine erste Amtshandlung ist die Auflösung aller schwarzen Presseagenturen und Unterhaltungsfirmen. “Nur die besten Medein für die Jugend”, sagt er, von wilden Anfeuerungsrufen begleitet. “Wir werden die giftigen Zersetzer von uns fernhalten.” Als nächstes übernimmt er das Bildungswesen und entwirft einen einheitlichen und fordernden Lehrplan für schwarze Schulen.

Cosby kontrolliert die meisten Industriezweige der afro-amerikanischen Gemeinde. Seine Männer schwärmen aus und übernehmen die Personalabteilungen, um sicherzustellen, dass jeder gesunde und intelligente Schwarze so hoch aufsteigen kann, wie sein Ehrgeiz ihn treibt – und die schwarze Presse motiviert ihre Leser mit Slogans wie “Du kannst mehr tun, als nur erfolgreich zu sein – du kannst jeden Afrikaner zum Übermenschen machen!”

Cosby ist Pragmatiker. Er weiß, dass er abgewählt werden wird, sobald alles gut läuft, weil irgendein ein Idiot den Leuten verspricht, den neuen Reichtum zu ihrer Unterhaltung zu nutzen. Cosby schafft die Wahlen ab und exekutiert Dissidenten. Fifty Cent wird in Detroit vergast, mehr als sechs Millionen Gasta- Rapper, Zuhälter und Drogendealer sterben an Ruhr oder durch Exekutionen in Belsen, New Jersey. “Der Gangsta ist- mit seiner Faulheit, seiner schmutzigen Kultur und seiner marxistischen Rhetorik — die Plage aller Afrikaner, egal wo.” Jugendliche drehen ihre Baseballkappen mit dem Schild nach vorn und beginnen zu studieren.

Die Cosby- Männer in den schwarzen Anzügen sind überall. Von Schwarzen betriebene Geschäfte, die selbstzerstörerische Produkte wie Sprays, die das Haar “weiß” erscheinen lassen, verkaufen, werden geschlossen und ihre Besitzer zu nahegelegenen Feldern gebracht, wo sie erschossen werden. Spirituosenläden in Ghettos werden geschlossen, ihre Besitzer verenden in Viehwaggons. Tausende Afrikaner in schwarzen Anzügen marschieren durch die Straßen und zermalmen Dissidenten unter ihren eisernen Stiefeln.

Da er nun die Macht hat, die er benötigt, geht Cosby noch weiter: Er verfasst eine Liste von “positiven Afrikanern”. In diese Liste hat jeder seiner lokalen Führer, oder Gauleiter, alle Afrikaner einzutragen, welche drei Kriterien erfüllen: Einen IQ von mehr als 130 Punkten, körperliche Gesundheit und Fitness sowie ein edles, lebensbejahendes Aussehen. Er gibt diesen euten spezielle Abzeichen, welche an Sheriff- oder Davidsterne erinnern, je nachdem, auf welche Weise man sie betrachtet.

Mit Höchstgeschwindigkeit exekutieren Cosbys Männer den Rest, wobei sie nur die Gruppe der Abzeichenträger, welche er “Proto- Superafrikaner” nennt, übrig lassen. “Meine Damen und Herren”, verkündet er, “jedes Arschloch kann ein Land zu Prosperität führen. Ich werde den afrikanischen Übermenschen aus Afrikanern schaffen – nach Nietzsches Konzept, nicht nach dem Hitlers – und wir werden die dominierendende Rasse dieses Planeten sein.”

Der Aufschrei der Welt wird von Sarkasmus erstickt. “Ja, klar”, sagt ein weiser junger Russe. “Diese Typen werden gekauft werde wie jeder andere auch. Sobald wir ein paar Großbildfernseher, Qualitätsgras, Videospiele und Interracial- Porno zu ihnen gebracht haben, werden sie genauso wie wir und wieder eine liberale Demokratie werden. Der Kapitalismus wird sie wieder in Ordnung bringen, weil jeder es mag, sich selbst zu verbessern, und sobald sie Freiheit haben, werden sie Dr. Huxtable stürzen und freie Wahlen veranstalten.”

Doch das geschieht nicht. Zuerst stellt Cosby sicher, dass Netzwerke von Dissidenten sich entwickeln können – dann werden deren Anführer zusammengetrieben und zur Arbeit in Konzentrationslager gesteckt, wo sie Munition und Kleidung produzieren. Die meisten verhungern oder sterben an Ruhr in den überfüllten und unhygienischen stacheldrahtumzäunten Einfriedungen. “Wo gehobelt wird, fallen Späne”, sagt Cosby.

Das interessanteste ist jedoch, dass es nur wenige Dissidenten gibt. Cosby hat die afro-amerikanische Bevölkerung auf unter eine Million verringert (2,5%), aber jede Person hinter dieser Zahl ist eine Erfolgsgeschichte: Intelligent, athletisch und bekannt für Weisheit, sowohl in Etikette als auch im Kampf. Sowohl die Männer als auch die Frauen entsprechen dem afrikanischen Schönheits- und Handlungsideal perfekt. Sie scheinen zum größten Teil mit Cosby übereinzustimmen und glücklich zu sein, dass die weniger Fähigen nicht mehr da sind, um den Karren irgendwie in den Dreck zu fahren.

Cosby, der Diktator, weiß, dass er sterblich ist, und setzt daher seine Gesellschaft für die nächsten tausend Jahre fest. Innnerhab seiner Partei entfernt er all diejenigen, von welchen er glaubt, dass sie ihr eignes Wohl über das der Allgemeinheit stellen, und ermuntert seine Gauleiter, es ihm gleichzutun. Nur ein paar Tausend müssen getötet werden. Danach gibt er seinen Gauleitern überraschenderweise die Freiheit, ihre eigenen Kleinstaaten inmitten des afro-amerikansichen Superstaats oder “Reiches” zu verwalten.

Die Gauleiter streiten oftmals über Grenzen oder die Rechte an begehrten Feldern oder Frauen, und Cosby ermuntert sie, Krieg zu führen – aber beschränkt diesen auf Blankwaffen. Er weiß, dass dies die besten Krieger hervorbringen wird, und mit ziemlicher Sicherheit wird der afrikanische Krieger nach ein paar Generationen ebenso für seinen talentierten Umgang mit dem Schwert und seine Techniken des unbewaffneten Kampfes bekannt sein, wie für sein taktisches Geschick in der Schlacht. Cosby erschafft Afro- Amerikaner, die das Beste von Wikingern und Mongolen in ihr Kampfrepertoire aufnehmen.

Afro- amerikanische Jugendlichen wird in den Schulen eine andere Philosophie beigebracht als die, welche sie vorher gelernt haben. Man sagt ihnen, dass der Einzelne Teil einer größeren Familie ist, welche die afro-amerikanische Nation genannt wird, und dass der Einzelne sich dann am lebendigsten fühlt, wenn er im Rahmen einer ihn fordernden Aufgabe, welche seine bisherigen Fähigkeiten überschreitet, für die Gemeinschaft arbeitet. “Strecke dich und reiche höher, als du wusstest, dass du es kannst”, sagt Cosby. “Und vielleicht kommst du so weit hinauf, oder du stirbst auf dem Weg dorthin und bist ein Held.”

Tausend Jahre vergehen.

Was unseren erstaunten Augen aus der Zukunft entgegentritt ist ein afrikanischer Übermensch. Hochgewachsen, hochintelligent, sowohl kriegerisch als auch feinfühlig, repräsentiert dieses Wesen die höchste Kraftform der gesamten Menschheit. Mit einem durchschnittlichen IQ von 140, athletischem Körperbau und ohne Geschlechtskrankheiten, einem edlen Antlitz, welches den Guten Gutes gibt und den Bösen den Tod, ist der afrikanische Übermensch ein Wunder.

Und was ist in der Zwischenzeit mit dem Rest der Welt passiert?

Asien, heiß darauf, westliche Technologien zu bekommen, wuchs so schnell, dass es von Menschen überschwemmt wurde. Solange es froh war, 2$ von westlichen Firmen zu bekommen, funktionierte es, aber sobald sich Technologie und Wohlstand verbreiteten wurde Asien von ideologischen, religiösen, ethnischen und gesellschaftlichen Kriegen zerrissen, was in dem Entstehungsprozess einer pazifistischen Demokratie endete, die jedem Bürger genug Geld gab, um sich um nichts zu kümmern. Dann brachen die Wirtschaftssysteme zusammen, und Asien wurde wieder ein Teil der Dritten Welt.

Die Weißen in Nordamerika und Nordeuropa bekamen einen Eindruck von Panik, als ihre eigenen Nationen in der Mitte des 21. Jahrhunderts zusammenbrachen. Überall im Krieg mit Terroristen, waren sie innerlich so gespalten, dass keine Übereinstimmung mehr erreicht werden konnte, und die Regierungen trieben sich selbst in den Bankrott, indem sie versuchten, genug Interessengruppen zu unterhalten, um selbst an der Macht zu bleiben. Mitten in diesem Chaos erstand ein neuer Führer: Ein weißer Nationalist namens Glenn Covington, welcher eine offensichtlich spaltende Ideologie predigte.

Covington wusste, dass er viele Menschen hinter sich brauchen würde, und so akzeptierte er alle. Wenn jemand weiß war, konnte er Teil seiner Bewegung werden, und, verdammt nochmal, er griff alles an, was sich jemandem in den Weg stellte. Covingtons Nationale Christliche Weiße Volksfront (NCWVF) zermalmte all ihre Feinde, errang schließlich die Macht und entfernte rasch genügend Industrien – Pornographie, Drogen, Glücksspiel, Luxusprodukte – um die wirtschaftliche Macht wieder herzustellen. Covington erschuf einen weltweiten quasi- Staat für Weiße, mit der Absicht, die Zahl der Weißen zu erhöhen und schließlich Rassenkriege zu führen.

Selbstverständlich änderte er nicht viel an der Gesellschaft oder dem Regierungssystem. Wahlen wurden verboten, aber er hatte nur so viele Anhänger, wie er für Regierungsaufgaben benötigte, sodass die Regierung immer überschaubar war. Er akzeptiete jedwede weiße Person und stelle sicher, dass ihnen Geld für das Gebären neuer Millionen Weißer gegeben wurde. Wenn Weiße in einem Land in der Minderheit waren, brachte er Weiße aus einem anderen weißen Land dorthin, meistens in überbevölkerte Bereiche wie Osteuropa oder Irland.

Während er die Zahl der Weißen und deren militärische Stärke enorm erhöhte, blieb seine Regierung kapitalistisch. Geld war der Antrieb für die meisten Menschen, welches sie auch für ihren Beitag zum Großen Weißen Kampf bekamen (von Zynikern manchmal als “Moby Dick” bezeichnet). Die Menschen waren grundsätzlich noch immer selbstsüchtig. Ihr Augenmerk richtete sich zuerst auf ihre eigenen Bedürfnisse, inklusive öffentlicher Anerkennung, und erst danach kümmerten sie sich um die Nöte der gesamten Nation.

Konsequenterweise besitzt der durchschnittliche Weiße in Convingtons quasi- Staat einen IQ von 102, eine durchschnittliche Statur, keine überragende athletischen Fähigkeiten und ist nur von seinen eigenen Interessen und dem Wunsch angetrieben, “nach oben zu kommen”. Die weiße Gesellschaft – trotz ihrer großen Zahl von intelligenten Personen und Technologien – kann sich nicht zusammenschließen, und zerlegt sich in einer Reihe von desaströsen äußeren Kriegen, bevor die Regierung, von innen heraus durch Oligarchen manipuliert, zusammenbricht und die Gesellschaft schließlich auf die Stufe eines Staates der Dritten Welt zurückfällt.

In der Zwischenzeit bilden sich Cosbys afrikanische Übermenschen weiter in den Feldern der Kunst, der Kriegführung und des Denkens. Sie entdecken die Philosophien der Griechen, Araber und Chinesen wieder, und bringen diese zu neuen geistigen Höhen. Ebenso verhält es sich mit der Entwicklung von Technologie. Als die Jahrtausenwende vorüber ist, befindet sich jede ethnische Gruppe bis auf den afrikanischen Übermenschen im freien Fall und wird, möglicherweise, vom Übermenschen aus Mitgefühl versklavt, sodass sie etwas zu essen hat, da sie, wäre sie auf sich allein gestellt, verhungern würde.

Ein neues Zeitalter hat begonnen.

Our gratitude to Fenris for this translation.